domingo, 31 de agosto de 2014

Poe minha...



Veja ilustre passageiro, o belo tipo faceiro 
que está nessa imagem. 
Apesar de toda maquiagem, toda malandragem, 
toda a sacanagem, ele virou compostagem. 
Não adiantou o botox, a lipo e a tatuagem.
Nem a bela carruagem. 
A grana e a trama. 
A prudência ou a libertinagem. 
No fim somos todos iguais. 
Se lhe incomoda a imagem, deixe de bobagem. 
Deixo uma mensagem: no meu enterro não quero fuleiragem. 
Simplesmente botem fogo no que restar após minha passagem. 
E quanto as cinzas, destinem a adubagem...

4 comentários:

  1. É meu amigo, certa vez li algo que dizia: A satisfação é temporária, tudo é profundamente efêmero, você tenta preencher o vazio com uma bolsa nova, um óculos, um novo relacionamento, garrafas e garrafas de whisky, demonstrações infindáveis de poder aquisitivo e superficialidades... e em alguns dias, horas ou minutos depois tudo se esvai... A vida é breve! E dela nada se leva, a não ser o nosso espírito!... Adoro seus textos que sempre nos fazem refletir!!

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    1. Sandra na verdade esse "põe minha" não é meu. Trata-se de uma livre adaptação de um velho reclame que havia nos bondes da Ligth que circulavam pelo Rio. Dizia assim:
      " veja ilustre passageiro o belo tipo faceiro que está a seu lado. Mas acredite: Quase morreu de bronquite! Salvou-o o Rum Creosotado!"
      Beijos e obrigado pela leitura.

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    2. Sandra na verdade esse "põe minha" não é meu. Trata-se de uma livre adaptação de um velho reclame que havia nos bondes da Ligth que circulavam pelo Rio. Dizia assim:
      " veja ilustre passageiro o belo tipo faceiro que está a seu lado. Mas acredite: Quase morreu de bronquite! Salvou-o o Rum Creosotado!"
      Beijos e obrigado pela leitura.

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  2. Obrigada, Marcelo, pelo esclarecimento!!
    ..
    Bjs

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